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Tal como
tantas outras, também esta história pode começar por “Era uma vez…”. |
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César Prata aprendeu piano e viola e interessou-se por alguns cordofones tradicionais portugueses. Participou em diversos festivais juvenis e quando da sua passagem por Coimbra integrou o GEFAC. Compôs música para diversas peças de teatro e para bandas sonoras de exposições. No teatro teve, ainda, algumas participações como actor. Apresentou os espectáculos “Do berço à cova”, “Rua do Encontro” e ”Canções do Ceguinho”. Integrou a Orquestra Sinfrónica de Kazoos da Guarda, participou no evento “Sons da Terra” (2003) e coordenou a recolha e tratamento do património musical tradicional de Terras do Jarmelo, levado a cabo pela Associação Cultural e Desportiva do Jarmelo (Julho e Agosto de 2003). Produziu, arranjou e dirigiu musicalmente o CD “Ronda do Jarmelo”. Orientou diversas oficinas de formação para crianças e adultos sobre instrumentos musicais populares portugueses (Instrumentos Musicais Populares Portugueses — visita guiada). Participou nos CD’s “Ar da Guarda” (1998) e “A morte do príncipe D. Afonso e outros romances tradicionais da Guarda”. Em 2003 editou “Canções do Ceguinho”. Em 2004, por encomenda da Junta de Freguesia do Manigoto e do Grupo de Amigos do Manigoto, compôs doze canções a partir de sonetos de António José Osório de Pina Leitão (1762-1825). Este trabalho deu origem ao CD “Doze sonetos — musicados por César Prata”, editado em Agosto de 2004. . . . . . . . . . . .
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Julieta Silva Julieta estudou acordeão cromático. Integrou o GEFAC (Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra) e começou, a partir daí, a interessar-se pelo canto tradicional português e pelo acordeão diatónico. Estuda canto e composição no Conservatório de Música de S. José (Guarda). Integra, desde Novembro de 2003, os Diabo a Sete, grupo sediado no Ateneu de Coimbra.
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