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César Prata

 

Julieta  Silva

 

 

 

 

Tal como tantas outras, também esta história pode começar por “Era uma vez…”.
Era uma vez um atelier muito grande. Ficava no Feital, no concelho de Trancoso, e era da Maria Lino, uma amiga escultora e pintora que tinha regressado há uns anos da Alemanha. Aí se encontraram dois músicos, ambos com grande interesse pelas tradições e pela música portuguesa. Começaram a trabalhar juntos e decidiram baptizar-se. Procuraram, procuraram, até que encontraram o nome numa lenga-lenga chamada “O castelo de Chuchurumel”.
Quando nasceu, Chuchurumel admirava as canções que o Michel e outros tantos como ele tinham descoberto e guardado com profundo amor. (Estava-lhe no sangue…) Juntou algumas dessas canções e cantou-as vezes sem conta num espectáculo chamado “Canções de Todo o Ano”. Depois fez um disco e mais um espectáculo (“Tapete Voador”).
E afinal, o que faz Chuchurumel? Canta e toca música tradicional portuguesa, usa muitos instrumentos e muitos sons, faz oficinas de formação, constrói instrumentos, faz nascer espectáculos para lugares especiais e adora salvar vidas: conversar com as memórias dos outros e fazer recolhas. Também gosta de pesquisar todos e quaisquer tipos de sons e de usar computadores e outras caixinhas mágicas.
 

 

 

 

 

 
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César Prata

César Prata aprendeu piano e viola e interessou-se por alguns cordofones tradicionais portugueses. Participou em diversos festivais juvenis e quando da sua passagem por Coimbra integrou o GEFAC. Compôs música para diversas peças de teatro e para bandas sonoras de exposições. No teatro teve, ainda, algumas participações como actor. Apresentou os espectáculos “Do berço à cova”, “Rua do Encontro” e ”Canções do Ceguinho”. Integrou a Orquestra Sinfrónica de Kazoos da Guarda, participou no evento “Sons da Terra” (2003) e coordenou a recolha e tratamento do património musical tradicional de Terras do Jarmelo, levado a cabo pela Associação Cultural e Desportiva do Jarmelo (Julho e Agosto de 2003). Produziu, arranjou e dirigiu musicalmente o CD “Ronda do Jarmelo”. Orientou diversas oficinas de formação para crianças e adultos sobre instrumentos musicais populares portugueses (Instrumentos Musicais Populares Portugueses — visita guiada). Participou nos CD’s “Ar da Guarda” (1998) e “A morte do príncipe D. Afonso e outros romances tradicionais da Guarda”. Em 2003 editou “Canções do Ceguinho”. Em 2004, por encomenda da Junta de Freguesia do Manigoto e do Grupo de Amigos do Manigoto, compôs doze canções a partir de sonetos de António José Osório de Pina Leitão (1762-1825). Este trabalho deu origem ao CD “Doze sonetos — musicados por César Prata”, editado em Agosto de 2004.

 
 

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Julieta  Silva

Julieta estudou acordeão cromático. Integrou o GEFAC (Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra) e começou, a partir daí,  a interessar-se pelo canto tradicional português e pelo acordeão diatónico. Estuda canto e composição no Conservatório de Música de S. José (Guarda). Integra, desde Novembro de 2003, os Diabo a Sete, grupo sediado no Ateneu de Coimbra.

 

 

 
 

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