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Outros espectáculos

   

 

 

 

apresenta

   

 

ouvir um excerto do espectáculo:

 

 

"Tempo e espaço são conceitos vencidos pelos ambientes sonoros deste espectáculo de música transporte. A bordo do tapete musical dos Chuchurumel, atravessamos o mapa de uma cultura portuguesa esquecida e em vias de extinção. Ou antes em vias de recriação."

João Pacheco, in suplemento "Y" do jornal "Público"

 

 

 

  Tapete Voador já não se realiza, por se encontrar em fase de preparação o novo espectáculo Posta Restante.

Após o lançamento do primeiro disco “No Castelo de Chuchurumel”, ocorrido em Junho, o grupo estreou um novo espectáculo: Tapete Voador. A música tradicional portuguesa, ao passar pela peneira Chuchurumel, deixa-se influenciar por elementos contemporâneos que nos tocam, tanto quanto as nossas raízes musicais mais profundas. No Tapete Voador, cruza-se a tradição musical popular portuguesa com o processamento digital do som, com programações e com a música electrónica. Voam todos juntos, dando assim origem a um projecto musical ímpar no panorama da música portuguesa. Pretende-se, portanto, recriar a música tradicional, lançando mão a recursos e a estéticas que, à partida, pertencem a outros universos musicais.
a voz é usada "ao natural" | o som é processado com o recurso a múltiplos efeitos | os instrumentos tradicionais usados perdem a sua sonoridade habitual | os instrumentos são tocados de forma não convencional.

"Espectáculo de um dos projectos ligados à música tradicional com maior inventiva e qualidades de re-criação desse universo."


Newsletter Encontros na Paisagem, Setembro de 2006

"O projecto de César Prata e Julieta Silva apresenta o Tapete Voador em Lisboa. Este projecto é um dos mais arrojados e curiosos concertos ao vivo surgidos pela mão de uma nova geração de músicos que habitam a música de raiz tradicional portuguesa. Inteligente, provocador, belo - O "Tapete Voador" desafia as convenções e recria (desta vez é mesmo verdade) um imaginário musical extraordinário. A não perder. "

At-Tambur,  Outubro de 2006

 

 

 

 

 

   

primitivos e civilizados manifestações de inteligência* por Chukas [ Jorge Ribeiro, César Prata e Julieta Silva ]

Não se trata de tocar a música do Paleolítico (não chegaram até nós as suas melodias nem os seus ritmos). Mas se agarrarmos em paus de marmeleiro ou de castanheiro, se abanarmos uma cabaça com sementes no seu interior, se soprarmos para dentro de um corno, se alinharmos placas de xisto à nossa frente e batermos nelas com um pau, se esquecermos as cantigas de hoje e tentarmos ir ao encontro do canto primeiro, que música estaremos nós a fazer?

XistofoneHastesDeGamoEVeadoDidgeridooSementesSeixosPeleiraChoupoCerejeiraMarmeleiro CastanheiroBugalhosPauxãoVozesSintetizador

 *Espectáculo estreado no III Congresso de Arqueologia de Trás-os-Montes, Alto Douro e Beira Interior, organizado pela ACDR de Freixo de Numão, o Parque Arqueológico do Vale do Côa e o Centro Nacional de Arte Rupestre, a 19 de maio de 2006.
 

 


 

ouvir um excerto do espectáculo

 

 

 

 

 

fotografia César Prata

 

"Requiem pelo Azul" de César Prata


Estreia 22 de Junho de 2006, Café Concerto do Teatro Municipal da Guarda, 22h00

Estamos a ver. Somos testemunhas. Ajudamos? Somos cúmplices. O Azul dá sinais, reclama. É preciso ouvi-lo, dar-lhe atenção. Agora. Requiem pelo Azul transforma em impulsos sonoros os apelos de quem chama.

César Prata: computador, viola, controlador MIDI, flautas, voz.


 

   

 

 

 

 

 

 

fotografia César Prata

 

Concerto do Solstício de Inverno


No dia 21 de Dezembro, pelas 21 horas, a Associação Luzlinar promoveu no Feital, concelho de Trancoso, o Concerto do Solstício de Inverno com Chuchurumel, Carlos Pedro, Samuel Pedro e Mário Murça. Depois de uma arruada pelas frias ruas da aldeia, foram interpretadas no Salão da Casa do Povo canções tradicionais portuguesas relativas ao ciclo do Natal.
A Antena 1 esteve lá e para além de diversas intervenções em directo, gravou o concerto que foi transmitido pela RDP Antena 1 no dia 24 de Dezembro de 2005.

   

 

 

 

 

 

 

 

Canções de todo o ano

De Janeiro a Dezembro, o ano é a medida de tempo em que cabem as canções. Cantar para trabalhar, cantar para aliviar a canseira do trabalho; cantar para exprimir uma profunda religiosidade; cantar para folgar. Um tempo que corria devagar, marcado pela luz do sol, pelos trabalhos agrícolas e pelas festividades religiosas e profanas. Para além das canções, há lendas, rezas, provérbios, textos, lengalengas. São privilegiados instrumentos que remetem para um tempo sem instrumentos (pedras, paus, apitos), mas a gaita-de-foles, o harmónio, a concertina, a harmónica, a braguesa, diversas percussões e a viola também não faltam.

Espectáculo com que se estreou Chuchurumel, a 16 de Outubro de 2003 e que circulou até finais de 2004.  ler +

 

 

 

 

fotografia Carlos Pereira

 

“Entre a paz e a guerra”

...ou sete canções num abrir e fechar do fole.
Reminiscências de tensões antigas, que se prolongam nos conflitos que hoje vivemos. (Sabes, os soldadinhos continuam tristes na guerra...)
Num abrir e fechar do fole…
Que voz(es) cabe(m) numa concertina? Que gritos, num abrir do fole?
Que paz, que guerras se escondem numa nota (quando as palhetas, ao vibrar, gemem e choram…)?
…quando o fole abre e fecha, abre e fecha, abre e fecha em múltiplas gargalhadas sonoras, é o mundo inteiro que ri!

Julieta Silva interpreta sete canções em torno da temática da Guerra e, consequentemente, da Paz, num pequeno recital de voz e concertina. Sem truques. Muito nu.

 

Concepção e interpretação: Julieta Silva | Concerto apresentado no II Festival Internacional de Acordeão de Torres Vedras ( 9 Novembro 2005)

   
 

 

 

 

 

   

 

 

Pó, apenas pó
(à volta da morte e de uma escultura de Maria Lino)


Estreou nos dias 12 e 13 de Abril, no Auditório Municipal da Guarda
 

Espectáculo inspirado nos rituais de morte das aldeias da Guarda, que integra também textos poéticos, música tradicional e uma banda sonora original. O trabalho resulta da ideia de contaminação entre o que é popular e o que é contemporâneo, correspondendo a um trabalho de pesquisa acerca do imaginário ligado à morte.

Um grupo de criadores englobando um poeta e encenador (Américo Rodrigues), dois músicos (Julieta Silva e César Prata), uma escultora (Maria Lino) e dois actores (Eurico Louro Alves e Tiago Martins) decidiram criar um espectáculo que tivesse como ponto de partida o tema da morte, para poderem falar da vida.

Produção: Associação Luzlinar

   
 

 

   

 

 

 

 

 

 

Cartaz de Entristecer, ou o romance de Isabel, a Linda | Grafismo Alexandre Gamelas

 

Romances
5º Festival de Cultura Tradicional

Castanheira (Guarda), de 30 de Julho a 1 de Agosto de 2004

 

Castanheira viveu durante três dias as tradições ligadas ao romanceiro tradicional, com uma manifesta riqueza na região e que tem inspirado inúmeros projectos de recolha e divulgação.

Ao longo dos séculos foram cantadas composições narrativas chamadas romances. Os romances eram histórias em verso, com origem e difusão ligadas aos cegos mendigos, que percorriam as terras cantando e vendendo folhetos. Estas canções eram depois adoptadas pela tradição oral de cada região, dando relevo a umas partes e omitindo outras, surgindo assim várias versões do mesmo romance.

Os romances são documentos históricos tão importantes como qualquer outro, enquanto testemunho revelador do quotidiano das sociedades rurais, dos seus modos de produção, celebrações comunitárias, costumes e mitos. No entanto, ao contrário de outros documentos escritos e pintados, pedras e utensílios, a música tradicional de transmissão oral extingue-se com os seus intérpretes, sobrevivendo apenas na memória dos últimos executantes e desaparecendo por falta de transmissão.

A 5.ª edição do Festival de Cultura Tradicional foi  dedicada aos romances, pretendendo recordar estas historias em verso e evocar as memórias colectivas a elas associadas, contribuindo, assim, para a sobrevivência destes documentos históricos através daquilo que lhes é vital: a transmissão oral.

 

 

"Entristecer - O Romance de Isabel, a linda"


"Entristecer" é um romance sobre a Castanheira. Um novo romance em terras de romances. Um romance que vai buscar a força vital à tradição. Um romance triste, diga-se. Ou talvez não, por causa de uma réstia de esperança. Um romance que lança outro olhar sobre a aldeia, a memória dos dias, o passado que há no presente. Romance cantado, dito, tocado. Um romance feito de fragmentos, como se fosse uma manta de farrapos. Ou uma toalha de linho, conforme o olhar dos outros. Estilhaços, restos, pequeníssimas recordações. Eis que chegam as mulheres que cantam o romance do príncipe D. João. Mulheres que cantam com a alma, alma cantante. Cantam este e mais romances, os romances que acompanharam a sua vida, vida feita de cansaço, de gritos, de amores e desamores. Há uma criança de olhos de ver o mundo, olhos bonitos, criança bonita. Balouça. É ela que vê a Castanheira que nós vemos, ela vê por nós, olhos de lince. Ela leva-nos pela mão, fala-nos das pedras, dos jogos infantis, das correrias, do trabalho do campo, da emigração, da guerra, da morte. Fala sobre nós, sobre a matriz do que somos. Conta-nos uma história, apaixona-se, entristece e cala-se. Tece a tristeza, vida entristecida. Vieram as tecedeiras e os sapateiros. Trazem o canto e o desencanto. Os homens das antigas bandas já não são capazes de tocar, observam os novos músicos, acenam que sim. Uma bailarina puxa o fio que ata um sapato, salta, torce-se, é um corpo livre, é talvez um pássaro. Uma mulher embala a voz. Um homem de voz cava conta e canta. A concertina geme. Uma gaita de beiços inicia o baile, a festa. Encomendam-se as almas, num ritual de arrepio. Um poeta inventa uma palavra nova. E, finalmente, uma fanfarra do outro mundo traz o caos. Aparentemente. A criança que tudo observa continua ali. Ali. À espera do dia em que se há-de tecer a alegria de ser dali, da Castanheira do Jarmelo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fotografias Arménio Bernardo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Chuchurumel em Entristecer, ou o romance de Isabel, a Linda

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

Outros discos

 

Um cego acompanhado pela mulher,
que traz com ela os folhetos com várias
histórias de sangue, faca e alguidar
 
  Fotografia António Luís Pedro (1954)
 

  Canções do ceguinho por César Prata

Os relatos do pitoresco

"Canções do Ceguinho" é o nome de um  espectáculo e também  de um disco que evocam a memória de muitas histórias cantadas e tocadas na rua, em troco de alguma atenção e de uma esmola de sobrevivência. Histórias e ambientes agora recuperados num espectáculo de recolhas.

César Prata lembrou-se de dar voz às “canções do ceguinho”, relembrando uma prática que quase caiu no esquecimento - embora haja ainda quem se lembre dos folhetos vendidos e cantados por cegos em mercados e romarias. Esses cegos, que se faziam acompanhar por uma concertina ou um bandolim, cantavam histórias de uma violência tão real que parecia inventada. Ao mesmo tempo vendiam folhetos que continham os versos e algumas ilustrações a condizer.

Muitas vezes eram ajudados pela mulher ou por uma criança que estendia a mão à caridade. Outras vezes eram apenas acompanhados por um cão. Os folhetos inscrevem-se na tradição da literatura de cordel e são preciosos documentos sobre um quotidiano feito de violência: sangue, faca e alguidar. As canções, agora recriadas por César Prata, foram recolhidas por Américo Rodrigues junto de vários informantes de Aldeia do Bispo, Avelãs da Ribeira, Vela e Feital.

Vem de muito longe a memória dos cegos papelistas que, por mercados, feiras e romarias, apregoavam casos estranhos, sucessos inauditos, virtudes hagiográficas e relatos noticiosos, às vezes prognósticos e adivinhações. Tirando partido do lugar de sapiência e justeza que ao cego se atribui, anunciavam matéria oscilante entre a mistificação e a informação, entre a crendice e o pitoresco informativo, entre os casos conhecidos e as tragédias de folhetim, por vezes ao som rouco do harmónio ou da rabeca. Em tempos mais recentes, até os sucessos musicais e os êxitos popularizados pela rádio e pela televisão davam matéria prima, de mistura com outras histórias, a estes bardos da era mediática, menos do lado da poética do espanto dos seus antecessores do que de uma lógica do reconhecimento com que interminavelmente replicavam os seus objectos.

Os cegos papelistas do século XVIII vendiam as histórias impressas em folhetos de papel barato, com letra miúda de má qualidade, por vezes com umas quantas imagens a alimentar o fascínio das palavras que contavam histórias em versos de pé quebrado, pouco férteis nos mecanismos estruturais e votadas a fazer permanecer receitas testadas e de sucesso garantido. Os cegos cantores do século XX seguiam a mesma receita, com as letras das músicas e as fotografias das estrelas do momento à mistura. Uns e outros deram origem àquela quantidade imensa de objectos escritos que atestam a vitalidade da cultura pobre e que a cultura rica (o binómio é de Arnaldo Saraiva). São por isso raros os exemplares que testemunhem essa memória. E se os mais antigos ainda se encontram em bibliotecas especializadas, de acesso restrito, constituindo o corpus da literatura de cordel, os folhetos mais recentes foram certamente menos bafejados pela sorte. As letras das músicas ficaram perdidas na voragem do mundo do espectáculo, todos os anos novas e esquecidas logo depois. Uns e outros sem alcançarem a dignidade literária e sem se acolherem ao estatuto do autor para sobreviver na memória do sistema cultural.

Quanto ao cego, papelista e cantor, não será demais dizer que o século XX assistiu (quase) indiferente às profundas mutações que a sua figura sofreu e que levaram ao seu inelutável desaparecimento. Resta-nos o seu lugar central no imaginário colectivo, onde a expressão artística e criadora tem sabido, hoje como no passado — lembrem-se as fantasias românticas sobre o papel do bardo na construção da identidade das nações —, reencontrar a personagem na sua mais autêntica presença, e assim tem permitido o nosso reencontro com as raízes da cultura e com as margens quase submersas do nosso imaginário. Não resisto a apontar como exemplar o Rio do ouro, de Paulo Rocha (1998), onde José Mário Branco canta o romance do filme com versos de Regina Guimarães, acompanhado pelo rapaz da rabeca. O encontro que neste espectáculo se concretiza abre também, à sua maneira, as portas de ingresso e de regresso a esse imaginário de coisas perdidas, de sucessos e crenças, de histórias cantadas e contadas pela voz funda e luminosa do cego.

 

César Prata em
Canções do ceguinho
 

 

 

   

Capa do disco Ronda do Jarmelo

 

 

Ronda do Jarmelo
 

A "Ronda do Jarmelo" é um grupo com características inéditas e que toca instrumentos musicais originais, baseados em objectos ou ferramentas da região da antiga vila medieval de Jarmelo. O grupo estreou-se no dia 21 de Janeiro, no Auditório Municipal da Guarda.

Trata-se de um agrupamento constituído no âmbito do Projecto Emergências, encetado pela Câmara Municipal da Guarda com o objectivo de fazer ressurgir grupos musicais nas aldeias.

A "Ronda do Jarmelo" pertence à Associação Cultural e Desportiva do Jarmelo e surgiu na sequência de uma recolha de perto de 50 canções populares realizada por Agostinho Silva, Isidro Almeida e César Prata.

Entre os instrumentos que tocam contam-se o jarmelito - criado na tentativa de imitar sons como o "cantar" dos rodados dos carros de bois, a tesoura, a peneira com grãos de cereal, a bigorna de ferreiro (profissão tradicional e de raízes ancestrais na zona de Jarmelo), as pandeiretas e as garrafas.

Com a direcção musical de César Prata, a "Ronda do Jarmelo" propõe-se recantar em grupo canções de outros tempos e partilhar um salutar espaço de convívio.

 

"Ronda do Jarmelo" é também o nome do primeiro CD do grupo, apresentado em Julho de 2004. Trata-se de uma edição da Associação Cultural e Desportiva do Jarmelo, com a direcção musical de César Prata, a gravação de Luís Andrade e o grafismo de Agostinho Silva.
 

   
   

Capa do disco A morte do príncipe D. Afonso e outros romances tradicionais da Guarda | grafismo João Louro a partir de um desenho de Maria Lino

  A morte do Príncipe D. Afonso e outros romances tradicionais da Guarda

"A morte do príncipe D. Afonso e outros romances tradicionais da Guarda" é o título do novo disco de Teresa Aurora Gonçalves, dedicado ao romanceiro tradicional - reunindo várias histórias da tradição oral portuguesa, recolhidas por José Cruz.

 

Os Romances são, na sua origem, poemas épico-líricos cantados ao som de um instrumento musical e que se foram transmitindo por meio da tradição oral. Os romances antigos vêm da fragmentação dos Cantares de Gesta, ou seja, de epopeias medievais. Os episódios desses cantares eram reproduzidos pelos jograis e propagados pelos ouvintes que daqueles os aprendiam.

A sessão de lançamento de "A morte do príncipe D. Afonso e outros romances tradicionais da Guarda" aconteceu no dia 14 de Março, na Guarda, no Paço da Cultura - tendo contado com a presença do professor José P. da Cruz, um especialista nesta área. Entre 1986 e 1989, José Cruz andou pelo distrito da Guarda e recolheu centenas de romances. Dessa vasta colecção foram seleccionados os treze que integram este trabalho.

O disco assume-se como um trabalho propositadamente simples que procura realçar a voz de Teresa Gonçalves. É, também, uma proposta séria e cuidada do ponto de vista das transcrições e da dicção dos romances.

Produzido por Américo Rodrigues, conta com as participações do próprio Américo Rodrigues, de César Prata, Julieta Silva, Luís Andrade, Marcos Cavaleiro, Ulrich Mitzlaff e Ana Marques, Palmira Marques e Ana Dinis Ferreira (três informantes escutadas por José P. da Cruz há dezoito anos).

Para além dos romances o CD conta com um cuidado trabalho gráfico de João Louro, a partir de um desenho de Maria Lino, e com textos explicativos de José P. da Cruz.

   

   

Capa do disco Doze Sonetos | grafismo Alexandre Gamelas

 

Sonetos de António José Osório de Pina Leitão

em Livro e CD

Os sonetos do poeta António José Osório de Pina Leitão tiveram uma edição conjunta da Freguesia de Manigoto e do Grupo de Amigos do Manigoto. Esta obra apresenta-se em livro e em CD. O livro é composto pelos vinte e oito sonetos que o autor publicou em 1794. O cd contém doze sonetos seleccionados e musicados por César Prata a convite dos editores. Participam Américo Rodrigues, Artur Emídio, Carlos Pedro, César Prata, Cristina Fernandes, Julieta Silva, Rui Pedro Dias, Samuel Pedro e Teresa Aurora Gonçalves. Américo Rodrigues e César Prata produziram este trabalho. O CD foi lançado no dia 14 de Agosto, no Manigoto e apresentado no dia 16 de Agosto, na Mediateca VIII Centenário (Guarda) e no dia 25 de Agosto, em Pinhel.
 

 

   

 

 

Outras actividades desenvolvidas

 

Neste espectáculo, César e Julieta são os músicos do Rei. Cantam e tocam com utensílios de cozinha.

 

 

 

 

 

 

“ A vida atribulada de Insaciável III e último contada às criancinhas e explicada aos pais, para governo das famílias e exemplo das nações”

Uma produção Aquilo Teatro

Teatro para crianças

Público alvo: Todas as idades

Texto e Encenação:  Criação Colectiva de Adelaide Pinto, Américo Rodrigues, César Prata, Daniela Daniel, Julieta Silva, Maria Lino, Mauro Rodrigues e Tiago Lopes.
 

Sinopse:
Era um rei muito gordo. Um rei muito gordo e com muita fome. Mesmo muita fome... Um dia descobriu que não cabia no retrato e decidiu que tinha de emagrecer. Mas como?!