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Caso esteja interessado em alguma
destas propostas, por favor
contacte-nos
Proposta de
Intervenção
[Intervenção sociomusical]
Quem somos? O que sabemos? Quais são as nossas memórias? E os cantos? E os
contos? Lembram-se daquela história do… E aquela canção que se cantava… E o
som que se ouvia quando…
Primeiro conhecer a fundo uma comunidade, uma aldeia. Depois começar a
conversar, apenas a conversa pela conversa. A seguir unimos os fios, aqui e
ali, e tudo começa a fazer sentido. Afinal também sabemos cantar, tocar,
contar, representar… Nasce a vontade de mostrar o que sabemos, germina e
rebenta o espectáculo.
Nesta proposta de intervenção e animação sociomusical, Chuchurumel trabalha
com comunidades locais (uma aldeia, por exemplo) e, numa dinâmica de
desenvolvimento local, propõe-se construir espectáculos com as populações,
espectáculos esses representativos da identidade e das memórias locais.
Assim aconteceu na Castanheira (concelho da Guarda), em Agosto de 2005. O
resultado final foi o espectáculo “À sombra da Castanheira – Sete romances
para uma noite de Verão”, apresentado no 6º Festival de Cultura Popular da
Castanheira. |
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Oficina
[Instrumentos musicais
populares portugueses
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para crianças]

Destinatários:
Crianças entre os 6 e os 12 anos
Duração : sessenta minutos
Objectivos a atingir:
• Conhecer as famílias dos instrumentos: cordofones, idiofones,
membranofones e aerofones
• Contribuir para a conservação e divulgação da cultura portuguesa
• Compreender diferentes estilos e modos de vida
• Compreender a cultura e modo de vida actuais enquanto resultado de um
processo dinâmico
• Explicar mudanças culturais na sociedade
Metodologias de realização:
• Apresentação dos instrumentos musicais populares portugueses
• Audição de recolhas com as sonoridades de diversos instrumentos populares
portugueses: viola braguesa, viola amarantina, viola beiroa, viola campaniça,
cavaquinho, guitarra portuguesa, adufe, bombos, tamboril, flauta, ocarina,
gaita-de-foles, harmónio e palheta
• Audição de temas da música portuguesa em que são utilizados instrumentos
musicais populares portugueses
• Pequena exposição de instrumentos musicais populares portugueses
• Audição de instrumentos populares portugueses, ao vivo, ao longo da
sessão: cavaquinho, viola braguesa, bandolim, viola beiroa, ferrinhos,
reque-reque, pinhas, adufe, harmónio, caixa, flautas de pastor, ocarinas,
ponteira, gaita-de-foles

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Oficina
[Instrumentos musicais
populares portugueses |
para adultos]
Duração: três horas, com um intervalo de quinze minutos.
Designação da sessão:
• Instrumentos musicais populares portugueses — visita guiada
Destinatários:
• Todos os adultos interessados (máximo de vinte pessoas por sessão).
Objectivos a atingir:
• Contribuir para a conservação e divulgação da cultura portuguesa
• Explicar comportamentos humanos
• Compreender diferentes estilos e modos de vida
• Compreender a cultura e modo de vida actuais enquanto resultado de um
processo dinâmico
• Explicar mudanças culturais na sociedade
Metodologias de realização:
• Apresentação dos instrumentos musicais populares portugueses
• Audição de recolhas com as sonoridades de diversos instrumentos populares
portugueses: viola braguesa, viola amarantina, viola beiroa, viola campaniça,
cavaquinho, guitarra portuguesa, adufe, bombos, tamboril, flauta, ocarina,
gaita-de-foles, harmónio e palheta
• Audição de temas da música portuguesa em que são utilizados instrumentos
musicais populares portugueses
• Pequena exposição de instrumentos musicais populares portugueses
• Audição de instrumentos populares portugueses, ao vivo, ao longo da
sessão: cavaquinho, viola braguesa, bandolim, viola beiroa, ferrinhos,
reque-reque, pinhas, adufe, harmónio, caixa, flautas de pastor, ocarinas,
ponteira, gaita-de-foles
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Acção
[
Ouvir a tradição
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As canções tradicionais, obra de comunidades
iletradas e dependentes da terra para o seu sustento, passaram de geração em
geração sustentadas pela oralidade e pela memória. O trabalho, o serão ou a
romaria eram ocasiões privilegiadas para ouvir (e aprender) as canções
entoadas pelos mais velhos. As canções nasciam no seio de comunidades
isoladas e aí permaneciam, imutáveis e iguais a si próprias.
A partir do segundo quartel do século XX, as inovações técnicas vieram
alterar a lógica deste modo de vida: em 1925 surgiram os primeiros
gramofones de corda, em 1933 a Emissora Nacional de Radiodifusão, em 1950 os
transístores (transportáveis e baratos) e em 1957 a televisão (RTP). É então
que surge a preocupação em recolher e fixar em suporte magnético (fita) as
canções de um povo que canta.
Em finais dos anos 50 e inícios dos 60, Ernesto Veiga de Oliveira, Benjamim
Pereira, Michel Giacometti e Fernando Lopes-Graça iniciaram preciosos
trabalhos de recolha que, quando publicados, serviram (e servem) de fonte de
pesquisa a todos aqueles que se interessam por conhecer a nossa cultura
popular e de base de trabalho para muitos músicos.
Ouvir a tradição é uma homenagem a todos os que recolheram a nossa música
tradicional e a todos os músicos que a divulgaram. Em cerca de duas horas
vamos ouvir treze canções tradicionais em duas dimensões: a recolha (obra
genuína, fruto da criatividade e da alma do povo) e a canção (ou canções)
gravada nos nossos dias. Vamos, também, apreciar diversas formas de trilhar
este caminho, ou seja, a passagem da tradição para a actualidade. (César
Prata) |
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Apresentação
[
O natal na música tradicional portuguesa
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Apresentação para
crianças
Destinatários: Crianças entre os 8 e os 12
anos
Duração: sessenta
minutos
Objectivos a
atingir:
• Divulgar a música tradicional portuguesa
• Conhecer algumas tradições da época natalícia, procurando relacioná-las
com antigos cultos pagãos, sondando possíveis origens em épocas anteriores à
cristianização
• Conhecer os instrumentos musicais populares associados ao natal, nas suas
variações regionais
• Contribuir para a conservação e divulgação da cultura portuguesa
Metodologias de realização:
• Audição de canções de natal - recolhas / arranjos e interpretações
actuais / interpretadas ao vivo
• Comparacanções (comparações entre as diversas canções ouvidas)
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Oficina
[
Oficina dos Sons
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Oficina para crianças
Destinatários: Crianças entre os 8 e os 10 anos
Duração: três horas (ocupando uma manhã ou uma tarde)
Objectivos a
atingir:
• Despertar o interesse pelos sons
• Conhecer as qualidades do som: duração, intensidade, altura e timbre
• Exercitar a audição
• Despertar a curiosidade para a construção de instrumentos/objectos
produtores de som
Metodologias de realização:
• Realização de jogos capazes de conduzir à consecução dos objectivos
propostos
• Construção / utilização de pequenos instrumentos: genebres de cana,
peneiras, flauta de pan, castanholas de punho, maracas, conchas, garrafas
afinadas
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